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Drª. Rafaela Elias

Conselho Regional: CRM/SC 15174 / RQE 14076

Dermatologia

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Os 3 R'S do Rejuvenescimento Facial

04/12/2017

  Nos dias de hoje buscamos a naturalidade quando o assunto é rejuvenescimento facial. O tratamento global da face é o principal enfoque, o que significa não mais tratar uma ruguinha ou outra mas, sim olhar o rosto em sua totalidade, considerar todas as técnicas disponíveis e buscar em cada técnica sua melhor indicação e benefício.

  O resultado é um rejuvenescimento com harmonia, naturalidade e equilíbrio facial.

  Seguindo esta tendência, um dermatologista norte-americano criou os 3R´s do rejuvenescimento facial, que resumem perfeitamente as necessidades da face envelhecida: Renovar a pele, Relaxar os músculos e Recuperar o volume e redefinir os contornos faciais.

  O envelhecimento natural e intrínseco provoca mudanças na aparência da pele como perda de brilho, hidratação, flacidez etc. Estas alterações são maximizadas pelo envelhecimento extrínseco, causado pelos fatores ambientais, principalmente o sol, tornando a pele mais grossa, seca, com manchas e rugas. A mesma perde o colágeno, elastina e o ácido hialurônico natural e, portanto, seu volume; de certa forma, ela murcha, resultando os sulcos mais profundos, as rugas estáticas e as sombras características da face envelhecida.


 E como abordamos os 3R’s? Vamos ver cada um deles:


  R1 - Renovar a pele

Renovar a pele significa tratar as manchas, atenuar as rugas mais superficiais e recuperar a firmeza e hidratação do rosto. Os tratamentos mais indicados para esta finalidade são: os cremes, peelings, lasers (CO2 fracionado), microagulhamento, luz intensa pulsada, skinboosters (hidratação injetável). Eles atuam recuperando a qualidade e a uniformidade da pele, estimulam a produção de colágeno e a recuperação celular.   


  R2 - Relaxar os músculos

As rugas dinâmicas se formam pela ação dos músculos faciais durante a mímica facial, portanto, para tratar estas rugas é necessário atuar nos músculos responsáveis por sua formação. BOTOX® (toxina botulínica) é o tratamento mais indicado para esta finalidade, pois quando aplicado, atua relaxando o músculo e atenuando as rugas. 


  R3 - Recuperar o volume e redefinir os contornos faciais

Para recuperar o volume perdido, redefinir os contornos da face e preencher rugas mais profundas e estáticas podemos recorrer a: 

Preenchedores de ácido hialurônico (MD Codes™) 

Preenchedores de Hidroxiapatita de calcio – que preenchem e estimulam o colágeno ao mesmo tempo

Injeção de ácido polilático (Sculptra ®) - intenso estimulador da produção de colágeno.

Ultrassom microfocado de alta intensidade (Ulthera®) – considerado um lifting facial não cirúrgico.


Dessa forma com essa visão mais global do envelhecimento da face podemos abordá-la tridimencionalmente permitindo o restabelecimento dos contornos bem definidos, volume, textura da pele, devolvendo aquele rosto envelhecido o aspecto jovem e harmoniozo que os anos roubaram.


Os 3Rs :  Renovar 

                 Relaxar 

                 Recuperar 


Psoríase: apenas uma doença de pele? Não. A psoríase é considerada uma doença multissistêmica (que acomete vários órgãos e sistemas).

25/07/2017

A psoríase é uma doença inflamatória crônica e recorrente da pele, associada a uma série de alterações sistêmicas. Manifesta-se através de placas eritematodescamativas (manchas vermelhas com escamas secas esbranquiçadas ou prateadas) espessas, bem delimitadas, que ocasionalmente coçam ,podem surgir em qualquer local do corpo, principalmente no couro cabeludo, cotovelos e joelhos.
  Estima-se que de 1 a 3% da população mundial apresente a doença, sendo uma dermatose frequente na prática clínica.  Acomete igualmente homens e mulheres e pode surgir em qualquer fase da vida, sendo mais frequente antes dos 30 anos ou após os 50 anos.
  Apesar dos avanços na última década, a causa da psoríase permanece desconhecida. Está relacionada a questões genéticas, imunológicas, ambientais e psicológicas. Aproximadamente, um terço dos pacientes apresentam parentes com psoríase, e filhos de pais com psoríase possuem maior chance de desenvolver a doença.
  Dentre os principais fatores desencadeantes da psoríase destacam-se: traumatismos locais, infecções bacterianas ou virais, stress, tabagismo, alcoolismo, certas medicações (lítio, betabloqueadores, inibidores da enzima de conversão da angiotensina, interrupção de corticoide sistêmico), climas secos e frios e o ressecamento da pele.
  As unhas podem ser acometidas em 50-80% dos casos e podem preceder o aparecimento das lesões de pele e ser, durante anos, a única manifestação da doença. Dentre os achados encontramos descolamento ungueal, manchas e outras deformidades.
Em torno de 30% dos pacientes podem apresentar acometimento articular. O quadro é variável, desde dor nas articulações acometidas, até mesmo casos mais graves de deformidades permanentes.
Quem tem psoríase corre o risco de serem afetadas por outras enfermidades, como doenças cardiovasculares (hipertensão arterial, infarto cardíaco e derrame cerebral), doença inflamatória intestinal, obesidade, dislipidemia, ansiedade e depressão.
A psoríase não é uma doença contagiosa, logo, ninguém transmite ou adquire psoríase. Isso é importante, porque muitas vezes vemos pacientes se isolarem, deixando que a doença interfira negativamente em sua vida profissional, social, familiar e afetiva.
  O diagnostico é baseado na história e quadro clínico, mas em alguns casos, pode ser necessário biópsia.
  O tratamento é individualizado e o dermatologista poderá indicar o melhor. Há uma série de opções terapêuticas e nos últimos anos os imunobiológicos surgem como uma alternativa muito importante principalmente para casos mais graves ou não responsivos aos tratamentos convencionais.
É importante estar atento aos sinais. Caso perceba qualquer um dos sintomas, procure o dermatologista. Quanto mais precoce for o diagnóstico, mais fácil será o tratamento e menor a chance de complicações em longo prazo.


Números que preocupam:
10% pensam em suicídio
99% sentem rejeição social
56% alteraram seu vestuário
41% referem redução da vida sexual.
Maior incidência de uso de drogas


“A organização mundial de saúde (OMS) reconhece a psoríase como uma doença crônica, incapacitante, não transmissível, dolorosa, desfigurante e para qual não existe cura”.

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