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Dr. Pedro Henrique Messina Medeiros

Conselho Regional: CRM/SC 24551 / RQE 15187

Urologia

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Últimos artigos de Dr. Pedro Henrique Messina Medeiros

VASECTOMIA: MÉTODO DE CONTRACEPÇÃO MASCULINA.

31/08/2018

A vasectomia é um procedimento cirúrgico de pequeno porte, eficiente e confiável, que tem como objetivo a esterilização masculina permanente. Ele é o método contraceptivo realizado através de uma pequena cirurgia, com anestesia local em um ou dois pontos da bolsa escrotal. Seguido da identificação e secção dos dois canais (dutos deferentes) que levam os espermatozóides até a uretra, evitando assim a gravidez. As taxas de falha da vasectomia, são menores que 1%. Contudo, é obrigatória a realização do exame do espermograma após 3 meses ou vinte ejaculações posteriores a cirurgia. A necessidade do exame é explicada pelo risco de gravidez logo após o procedimento pois ainda são encontrados espermatozóides viáveis no duto acima do ponto operado.  

Vale lembrar que a vasectomia não altera o volume do sêmen nem tampouco, a ereção ou libido masculina. As regiões responsáveis por essas funções não sofrem nenhum tipo de interferência durante a cirurgia.

É um procedimento que deve ser encarado como algo definitivo. Apesar de existirem técnicas cirúrgicas para reversão da vasectomia (vasovasostomia ou vasoepididimostmia), estas são extremamente delicadas, com elevado custo e apresentam eficácia relativamente baixa. Principalmente em se tratando de homens que se submeteram à cirurgia há muitos anos. Assim, caso o homem, ou casal, opte pela vasectomia, é importante ter ciência disso. A orientação é que seja uma decisão conjunta de um casal de relacionamento estável e com prole constituída, de preferência com dois ou mais filhos. 

Os sintomas pós operatórios incluem leve a moderado desconforto testicular e inchaço da bolsa escrotal. Em um número muito pequeno de pacientes pode ocorrer um inchaço importante da bolsa e hematoma (acúmulo de sangue) ou infecção da ferida operatório, caso o paciente não realize os cuidados recomendados pelo cirurgião. Os homens submetidos ao procedimento devem realizar um repouso relativo por 7 dias e cuidados locais básicos com a ferida cirúrgica, além de uso de analgésicos prescritos pelo seu urologista e bolsa de gelo nos primeiros dias. 

O que é a vasectomia?

A vasectomia é uma cirurgia simples, segura e indolor para que o homem não tenha mais filhos.

Quem pode fazer a vasectomia?

Segundo a lei brasileira, homens com mais de 25 anos ou pelo menos dois filhos (as) podem fazer a cirurgia.

Após a cirurgia posso apresentar algum problema com ereção, alguma alteração no ejaculado ou doença relacionada?

Não! A cirurgia é feita com uma pequena incisão na bolsa testicular, longe da inervação e vascularização responsável pela ereção peniana. O volume do ejaculado permanece praticamente o mesmo, a única diferença é que o espermatozóide (célula que engravida) não estará mais no ejaculado. Não há associação da vasectomia com surgimento de doenças em outros órgãos.

A vasectomia é reversível?

Atualmente existe técnica cirúrgica capaz de reverter a vasectomia, porem nem todos os casos são bem sucedidos, por isso o casal deve ter certeza que não deseja mais fillhos!

Após quanto tempo posso voltar as minhas atividades depois da cirurgia?

Nos dias subsequentes a cirurgia as atividades habituais podem ser realizadas quase que integralmente. Devendo ser evitado esforço fisico ou atividade sexual na primeira semana. Para o retorno aos esportes deve-se aguardar de sete a dez dias.



DISFUNÇÃO ERÉTIL TEM TRATAMENTO!

02/04/2018

A disfunção erétil está inserida no campo dos distúrbios da sexualidade humana, tendo elevada prevalência, principalmente na população mais idosa. Perda da ereção eventual ou a redução da performance sexual transitória é um evento natural durante a vida do homem. A disfunção erétil patológica é definida como a incapacidade recorrente e persistente de obter e/ou manter uma ereção com rigidez peniana suficiente para uma atividade sexual satisfatória.

Estudos mostram que aproximadamente 50% dos homens entre  40 e 70 anos apresentam algum grau de disfunção da ereção. Apesar destes dados, existem evidências de que esta prevalência seja subestimada por razões que variam desde a complexidade da sexualidade, os tabus, as restrições culturais, a ignorância em relação aos tratamentos eficazes e até a aceitação da situação como uma sequência normal ao envelhecimento. Trata-se de um tema que mesmo com toda a informação disponível atualmente, ainda gera constrangimentos e preconceitos à população masculina. 

A disfunção da ereção é responsável pela piora significativa da qualidade de vida dos casais, pois leva à perda da autoestima e autoconfiança, prejuízo nos afazeres e problemas de relacionamento interpessoais dos homens, inclusive com a parceira. Muitas vezes a disfunção erétil é um sintoma de patologias silenciosas que ainda não foram diagnosticadas. Podendo ser causada por diversas doenças de origem orgânica , psicogênica ou até mesmo por maus hábitos de vida. Pode estar relacionada a uma série de fatores de risco que, comprovadamente, afetam o bom funcionamento do mecanismo da ereção peniana e/ou da libido. Dentre os principais fatores de risco estão:


Hipertensão arterial sistêmica

Diabetes mellitus

Distúrbios do colesterol

Redução do hormônio masculino

Sedentarismo

Obesidade

Depressão

Tabagismo  

Alcoolismo

Algumas cirurgias urológicas

Medicamentos (anti-hipertensivos e antidepressivos)

Envelhecimento

Doenças do coração


O diagnóstico da disfunção erétil é clinico. Devendo ser realizado através da consulta médica onde serão identificados os fatores causais por meio de exames laboratoriais e eventualmente  com o auxilio de testes específicos.

Esta desordem tem diversas possibilidades de tratamentos, que são indicados de acordo com cada caso individualmente. Os tratamentos abrangem desde mudança dos hábitos de vida , tratamento das doenças de base, tratamentos psicológicos e conjugais, assim como terapias medicamentosas via oral e injetáveis, até procedimentos cirúrgicos em casos mais extremos.

O urologista é o médico cirurgião especialista nas patologias das vias urinárias e dos órgãos genitais masculinos. É o profissional indicado para o adequado diagnóstico e tratamento da disfunção erétil e deficiência sexual masculina. 


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